A ideia de que a consciência não é um produto exclusivo da atividade cerebral desafia a visão tradicional da neurociência. Pesquisas recentes, como as do professor Johnjoe McFadden, sugerem que a consciência reside no campo eletromagnético gerado pelos neurônios, não apenas nas conexões sinápticas do cérebro[1]. Essa teoria propõe que a consciência é uma informação ativa codificada nesse campo, integrando energia e matéria de maneira física e mensurável. Outros especialistas, como Luján Comas e os físicos Stuart Hameroff e Roger Penrose, argumentam que a consciência utiliza o cérebro como um meio, mas não se limita a ele, com algumas teorias explorando o papel dos microtúbulos na transferência de informação quântica[2][3]. Essa perspectiva sugere um dualismo entre mente e corpo, onde a consciência pode emergir de processos energéticos complexos, desafiando a noção de que ela é simplesmente uma função cerebral[4]. Essa discussão continua a ser um campo fértil de pesquisa na inters...
Único no ecossistema lusófono: um espaço onde fé, ciência e imaginação dialogam para responder à pergunta urgente do nosso tempo: como permanecer humanos?